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	<title>Renan Ivo &#187; Opiniões</title>
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	<description>trabalhos, ideias e opiniões</description>
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		<title>Finalmente VIM</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 15:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[vim]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre todas as flamewars do desenvolvimento de software, poucas são tão antigas quanto a dos editores de texto (atualmente, editores de texto e IDE&#8217;s). De forma alguma quero tentar defender alguma bala de prata. Eu mesmo já mudei de ideia várias vezes quanto a este assunto. Ainda estou aprendendo a usar o VIM, mas já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-364" title="vim-editor_logo" src="http://renanivo.com.br/wp-content/uploads/2010/06/vim-editor_logo-150x150.png" alt="" width="150" height="150" />Dentre todas as <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Flamewar">flamewars</a> do desenvolvimento de software, poucas são tão antigas quanto a <a href="http://www.google.com/search?q=emacs+vs+vi">dos editores de texto</a> (atualmente, <a href="http://www.google.com/search?q=ide+vs+text+editor">editores de texto e IDE&#8217;s</a>). De forma alguma quero tentar defender alguma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/History_of_software_engineering#1985_to_1989:_No_silver_bullet">bala de prata</a>. Eu mesmo já mudei de ideia várias vezes quanto a este assunto.</p>
<p>Ainda estou aprendendo a usar o VIM, mas já estou colhendo os resultados deste esforço. Estou impressionado com a extensibilidade e personalização deste editor. Com certeza, é uma excelente ferramenta e tem uma curva de aprendizado fantástica (mas exige esforço, principalmente no começo). Se você ficou interessado, pode começar a aprender a utilizá-lo lendo o vimtutor (Digite <em>vimtutor</em> no terminal ou <a href="http://gd.tuwien.ac.at/linuxcommand.org/man_pages/vimtutor1.html">leia online</a>).</p>
<p>Quando houverem dúvidas, é fácil encontrar informações e dicas em várias fontes. Mas, se você está começando e já leu o vimtutor, recomendo a leitura dos seguintes artigos:</p>
<ul>
<li><a href="http://weierophinney.net/matthew/archives/164-Vim-Productivity-Tips-for-PHP-Developers.html">VIM Productivity Tips for PHP Developers</a></li>
<li><a href="http://java.dzone.com/articles/how-make-vim-productive-vi">How to Make VIM productive: vi Tips and Tricks</a></li>
</ul>
<p>Sugiro que assim que você comece a personalizar seu arquivo .vimrc, faça um backup. O Gist do <a href="http://github.com">github</a> é um excelente lugar para isto (O meu <a href="http://gist.github.com/415001">já está lá</a>). Se você tiver alguma dica ou comando que costuma adicionar ao seu .vimrc, por favor, me mande. Quanto mais dicas melhor.</p>
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		<title>A Arte do Desenvolvimento Ágil</title>
		<link>http://renanivo.com.br/2010/01/a-arte-do-desenvolvimento-agil/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 21:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento ágil]]></category>
		<category><![CDATA[domain-driven design]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[pair programming]]></category>
		<category><![CDATA[tdd]]></category>
		<category><![CDATA[xp]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo, desenvolvimento ágil é um assunto do meu interesse. Este interesse começou em 2005 quando li um e-book que explicava superficialmente o que é XP. Anos passaram, fiz faculdade, aprendi mais sobre desenvolvimento software,  e meu conhecimento sobre este tema não passou do &#8220;superficial&#8221;. Resolvi comprar o livro The Art of Agile Development de James [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-344" title="13213281" src="http://renanivo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/13213281-228x300.jpg" alt="" width="228" height="300" />Há muito tempo, desenvolvimento ágil é um assunto do meu interesse. Este interesse começou em 2005 quando li um e-book que explicava superficialmente o que é XP. Anos passaram, fiz faculdade, aprendi mais sobre desenvolvimento software,  e meu conhecimento sobre este tema não passou do &#8220;superficial&#8221;.</p>
<p>Resolvi comprar o livro <a href="http://www.amazon.com/Art-Agile-Development-James-Shore/dp/0596527675/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1264193377&amp;sr=8-1">The Art of Agile Development</a> de <a href="http://jamesshore.com/">James Shore</a> e <a href="http://www.oreillynet.com/pub/au/3187">Shane Warden</a> (comprei o original, mas também existe a <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21388254/arte+do+desenvolvimento+agil,+a">versão em português</a>). A descrição, na página da amazon, diz que o livro não diz apenas o que é Desenvolvimento Ágil, mas trás informações práticas para adotá-lo por todos os envolvidos no projeto. Isto era exatamente o que eu precisava.</p>
<p>O livro cumpre exatamente o que se propõe. É muito interessante repensar conceitos sobre qualidade e sucesso de um projeto, entender conceitos como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Test-driven_development">TDD</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Domain-driven_design">Domain-Driven Design</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pair_programming">Pair Programming</a>,  etc. Além de saber o que é e como fazer, também fui incentivado a descobrir o porquê dos conceitos. O livro te leva à reflexão de uma forma muito interessante, pois depois das explicações, também são apresentadas contra-indicações e alternativas. O livro contém experiências dos autores e exercícios que são usados para que possamos entender melhor algumas práticas.</p>
<p>A cada nova prática utilizada, os benefícios são quase instantâneos. Como dito por um dos participantes da grupo de <a href="http://tech.groups.yahoo.com/group/extremeprogramming/">discussão do XP</a>: O desenvolvimento ágil fez com que o desenvolvimento de software voltasse a ser divertido.</p>
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		<title>Clientes de Debug para PHP [Atualizado]</title>
		<link>http://renanivo.com.br/2009/12/clientes-de-debug-para-php/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 12:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[eclipse]]></category>
		<category><![CDATA[kate]]></category>
		<category><![CDATA[netbeans]]></category>
		<category><![CDATA[php]]></category>
		<category><![CDATA[vim]]></category>
		<category><![CDATA[xdebug]]></category>

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		<description><![CDATA[Dias atrás, participei da PHP Conference. O evento foi melhor do que as minhas expectativas e voltei cheio de ideias e dicas para por em prática. Uma das dicas foi começar a usar o xDebug pra valer. Chega de fazer debug com var_dump! Quanto à instalação do xDebug, não tive problemas. O complicado mesmo foi escolher [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-298 alignleft" title="xdebug-logo" src="http://renanivo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/xdebug-logo.png" alt="xdebug-logo" width="200" height="116" />Dias atrás, participei da <a href="http://www.phpconf.com.br/">PHP Conference</a>. O evento foi melhor do que as minhas expectativas e voltei cheio de ideias e dicas para por em prática. Uma das dicas foi começar a usar o <a href="http://xdebug.org">xDebug</a> pra valer. Chega de fazer debug com var_dump!</p>
<p>Quanto à instalação do xDebug, <a href="http://devzone.zend.com/article/2803-Introducing-xdebug">não tive problemas</a>. O complicado mesmo foi escolher o cliente do debug. Pelo que tenho visto em posts e eventos, a maioria dos programadores PHP faz debug em uma IDE, na maior parte, o <a href="http://www.eclipse.org/pdt/">Eclipse PDT</a>. Teoricamente (ou seja, <a href="http://xdebug.org/docs/remote">segundo o site do xDebug</a>) existem várias outras opções. Tentei testar todas as opções para linux na prática, algumas não saíram da teoria.</p>
<p>Testei o <a href="http://protoeditor.sourceforge.net/">protoeditor</a> como plugin do Kate (meu editor de código atual) e não consegui compilar por falta de algumas bibliotecas. Dei uma chance para o Eclipse, mas a lentidão e a quantidade de bugs dele me tiraram do sério (por isso o Kate é meu editor atual). Tentei o <a href="http://code.google.com/p/geben-on-emacs/">plugin do Emacs</a>, mas também não consegui fazer funcionar (acredito que seja por falta de conhecimento). Pensei no <a href="http://netbeans.org/features/php/">Netbeans</a>, mas não tive paciência para baixar e instalar. Por último ou não, testei o <a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=1929">plugin do VIM</a>, este sim funcionou perfeitamente!</p>
<p>Eu ainda gostaria que houvesse um programa para linux parecido com o <a href="http://www.bluestatic.org/software/macgdbp/index.php">MacGDBp</a>, mas o VIM está cumprindo o objetivo com louvor, principalmente depois que eu li o <a href="http://aurelio.net/vim/tutor.pt_BR">vimtutor</a>.  Aliás, com o que eu aprendi do VIM, deu até vontade de passar a usá-lo mais regularmente. Talvez em um futuro próximo&#8230;</p>
<h4>Para facilitar a vida</h4>
<p>Criei uns bookmarklets para adicionar as variáveis de ambiente do xDebug na página atual do navegador (o código ficou tão pequeno que coube até em <a href="http://twitter.com/renanivo/status/6431900444">um tweet</a> &#8211; Pena que não dá pra ler direito). Se quiser usar também, arraste o link abaixo para sua barra de favoritos:</p>
<p><a title="Start xDebug Session" href="javascript:var q='XDEBUG_SESSION_START=1';window.location+=window.location.toString().indexOf('?')==-1?'?'+q:'&amp;'+q;">[xDebug] Start Session</a></p>
<p><a title="Stop xDebug Session" href="javascript:var q='XDEBUG_SESSION_STOP';window.location+=window.location.toString().indexOf('?')==-1?'?'+q:'&amp;'+q;">[xDebug] Stop Session</a></p>
<p><a title="xDebug Profile" href="javascript:var q='XDEBUG_PROFILE';window.location+=window.location.toString().indexOf('?')==-1?'?'+q:'&amp;'+q;">[xDebug] Profile</a></p>
<p>Para agilizar o debug de scripts <a href="http://www.php.net/cli">php-cli</a>, também pode adicionar estes dois &#8220;aliases&#8221; em <em>~/.bashrc</em> (para que sejam recriados em novas sessões do terminal):</p>
<pre class="brush:bash">alias xdebug_debugger='export XDEBUG_CONFIG="remote_port=9000 remote_enable=1"'
alias xdebug_profiler='export XDEBUG_CONFIG="profiler_enable=1"'
alias xdebug_clean='export XDEBUG_CONFIG=""'</pre>
<p><strong>Atualização &#8211; 31/12/2009</strong>: Adicionei dois bookmarklets (profile e stop xdebug &#8211; aproveitei para reduzir ainda mais o código <img src='http://renanivo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ) e um alias para iniciar o profile em linha de comando.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Kubuntu 9.10: Desta vez acertaram!</title>
		<link>http://renanivo.com.br/2009/11/kubuntu-9-10-desta-vez-acertaram/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 02:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[kde]]></category>
		<category><![CDATA[kubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que escrevi o post sobre o Kubuntu 9.04, tive uma experiência muito mais completa com ele. Por isso, estava aguardando ansiosamente uma nova versão. Não que eu tenha achado o Jaunty (9.04) uma versão péssima, mas ao utilizá-lo fui me deparando com vários pequenos bugs que juntos deixaram o sistema meio &#8220;sem sal&#8221;. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que <a href="http://renanivo.com.br/2009/05/linux-kubuntu-904-com-kde-42-e-para-amar-ou-odiar/">escrevi o post sobre o Kubuntu 9.04</a>, tive uma experiência muito mais completa com ele. Por isso, estava aguardando ansiosamente uma nova versão. Não que eu tenha achado o Jaunty (9.04) uma versão péssima, mas ao utilizá-lo fui me deparando com vários pequenos bugs que juntos deixaram o sistema meio &#8220;sem sal&#8221;.</p>
<p>Quando finalmente chegou o dia do lançamento do Kubuntu 9.10 (Karmic Koala), não sabia se depositava minhas expectativas nele ou me conformava pensando que o Kubuntu não teria a mesma atenção aos detalhes que o Ubuntu.</p>
<p>Instalei a versão 64 bits, tanto no notebook quanto no desktop citados no post anterior. Devo admitir que me surpreendi. O novo Kubuntu melhorou muito! Ao comparar com a versão anterior, imagino o gigantesco trabalho da equipe do KDE e da Canonical.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-281" title="imagem1" src="http://renanivo.com.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem1-300x187.png" alt="imagem1" width="300" height="187" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Uma lista de novidades está presente <a href="http://www.kubuntu.org/news/9.10-release">neste link</a>, mas eu gostaria de destacar alguns itens que me chamaram a atenção.</p>
<h3>KDE 4.3</h3>
<p>Esta nova versão do KDE está muito mais bonita e estável. Se você utilizou a versão anterior, deve ter passado por inconvenientes como o gerenciador travar e voltar para a tela de login, ou uma grande perda de performance quando os efeitos da área de trabalho estão ligados.</p>
<p><strong>Dica:</strong> Meu computador ficou ligado por muitos dias, aumentando muito o consumo de CPU do programa plasma-desktop. Usei o comando Shit+Alt+F12 para desabilitar os efeitos na área de trabalho e, logo em seguida, repeti a combinação para reabilitá-los. O uso de CPU voltou ao normal.</p>
<h3>Amarok 2.2</h3>
<p>O amarok da versão anterior era interessante e bonito, mas perdia muitas características se comparado com a versão 1.4 (para kde 3). A boa notícia é que algumas coisas da versão 1.4 voltaram a funcionar (Integração com a Last.fm, exibição de mídias em dispositivos conectados), outras funções foram melhoradas (Painel de contexto, lista de reprodução, personalização do layout), mas ainda sinto falta de algumas coisas (descrição nos episódios dos podcasts, equalizador). De qualquer forma, o amarok 2.2 já é meu player favorito.</p>
<h3>Dolphin</h3>
<p>Eu já gostava da versão anterior do dolphin. O que fizeram foi melhorar aquilo que já estava bom. E não foi pouca coisa, adicionaram preview das imagens nas miniaturas das pastas e agora também é possível ver um preview do video clicando em um pequeno botão play abaixo de sua miniatura.</p>
<p>Outros componentes também receberam melhorias consideráveis. É o caso do gwenview, kopete, network manager, kpackagekit (apesar de ainda estar confuso na hora de adicionar novos programas), etc. Ou seja, se você estava esperando o KDE 4 ficar maduro para sair do KDE 3 ou para experimentar o Kubuntu, a hora é agora.</p>
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		<title>Criptografar o código-fonte é uma boa ideia?</title>
		<link>http://renanivo.com.br/2009/10/criptografar-o-codigo-fonte-e-uma-boa-ideia/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[foss]]></category>
		<category><![CDATA[gpl]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Usar uma linguagem de programação interpretada, normalmente, significa que o código-fonte terá que ficar no servidor de produção (no caso de softwares para a web). Em alguns projetos, isto é um problema. Uma solução para muitos é manter o código-fonte criptografado. Apesar de ser uma prática muito comum, acredito que para muitas pessoas esta não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-251 alignright" title="91637121_efd20466c3_o" src="http://renanivo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/91637121_efd20466c3_o-225x300.jpg" alt="Foto de johnath" width="225" height="300" /></p>
<p>Usar uma linguagem de programação interpretada, normalmente, significa que o código-fonte terá que ficar no servidor de produção (no caso de softwares para a web). Em alguns projetos, isto é um problema. Uma solução para muitos é manter o código-fonte criptografado. Apesar de ser uma prática muito comum, acredito que para muitas pessoas<span style="background-color: #ffffff;"> esta não é uma ideia muito boa.</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">A pouco tempo, estava procurando por um módulo de uma ferramenta que estava personalizando. O módulo era gratuito e não foi desenvolvido pelos criadores da ferramenta, que é paga (desculpe por não poder citar o nome das ferramentas. Não se preocupe, isso não é muito importante). Instalei o módulo e quando fui usar, percebi alguns erros. Logo pensei: &#8220;Não me parece muito difícil de consertar, talvez eu possa consertar rapidamente e mandar as alterações para os desenvolvedores&#8221;. Como vocês já devem imaginar, o código-fonte estava criptografado.</span></p>
<p>Não consegui imaginar porque alguém criptografaria uma ferramenta assim. Ao ler a página dos desenvolvedores, descobri que a estratégia era cobrar uma mensalidade para obter suporte (ainda assim, sem o código-fonte). Não sou um militante do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/FOSS"><acronym title="Free and Open Source Software">FOSS</acronym></a> (acredito eu), mas acho que criptografar o código e cobrar o suporte, neste caso, é um tremendo tiro no próprio pé.</p>
<p>Imagino que os criadores do módulo não disponibilizam o código por medo de que algum &#8220;concorrente&#8221; venda ou ofereça suporte ao produto deles. Este risco existe. Mas esta ação não resolve o problema.</p>
<p>Meu primeiro pensamento quando não pude ter acesso ao código foi fazer minha própria versão. Da mesma forma que eu pensei, outra pessoa também. Tanto que ao fazer um pesquisa no google, encontrei um módulo com o mesmo propósito, mais atualizações, sem os erros que eu havia encontrado e com o código aberto.</p>
<p>Pra completar, ao procurar opiniões sobre o módulo de código fechado, a imagem da empresa estava sendo praticamente destruída em diversos lugares, justamente por não permitir que os usuários possam melhorá-lo. Ou seja, a empresa obteve várias desvantagens: Os &#8220;concorrentes&#8221; podem oferecer suporte da versão de código aberto, os usuários avançados não são incentivados a mandar feedback e corre um grande risco da &#8220;má reputação&#8221; da empresa chegar aos demais usuários.</p>
<p>Este não é o único caso que eu conheço onde criptografar o código-fonte pode acabar gerando problemas. Já vi venderem código-fonte de software <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_General_Public_License">GPL</a> criptografado, por exemplo.</p>
<p>Não acredito que todos os softwares podem ter seus códigos abertos. Mas muitas empresas ao decidir por não compartilhar seu código, não pensam nas desvantagens que podem ter. É sempre bom lembrar que existem idéias muito boas por aí. Por que não estar receptivo a elas?</p>
<p><strong>imagem:</strong> <a href="http://www.flickr.com/photos/johnath/">johnath</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Linux Kubuntu 9.04 com KDE 4.2: É para amar ou odiar?</title>
		<link>http://renanivo.com.br/2009/05/linux-kubuntu-904-com-kde-42-e-para-amar-ou-odiar/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 14:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[kde]]></category>
		<category><![CDATA[kubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem me segue no twitter já deve ter percebido que minha distribuição linux favorita é o kubuntu. Por esta predileção, instalei esta versão no dia do lançamento, muito animado. A impressão inicial não poderia ser melhor. Depois do primeiro dia, porém, comecei a ver que nem tudo era tão perfeito assim. Conheci a verdadeira face [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem me segue no <a href="http://twitter.com/renanivo">twitter</a> já <a href="http://twitter.com/renanivo/status/1622710356">deve ter percebido</a> que minha distribuição linux favorita é o <a href="http://kubuntu.org">kubuntu</a>. Por esta predileção, instalei esta versão no dia do lançamento, muito animado. A impressão inicial não poderia ser melhor. Depois do primeiro dia, porém, comecei a ver que nem tudo era tão perfeito assim. Conheci a verdadeira face do sistema instalando em um segundo computador com dois monitores. Este post ao mesmo tempo encoraja e alerta quem está interessado nesta distro.</p>
<p>O primeiro computador a receber o kubuntu foi um notebook dell inspiron 1525 com processador intel core 2 duo e 4GB de RAM. Após a instalação de apenas 12 minutos, o sistema fez um boot de ótimos 27 segundos para uma interface muito bonita e cheia de efeitos. Como você pode conferir <a title="Certification" href="http://webapps.ubuntu.com/certification">neste link</a>, este notebook é certificado para rodar esta versão do ubuntu (eu nem sabia que isso existia).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://renanivo.com.br/wp-content//snapshot3.png"><img class="size-medium wp-image-55 aligncenter" title="Snapshot do Kubuntu 9.04" src="http://renanivo.com.br/wp-content//snapshot3-300x187.png" alt="Snapshot do Kubuntu 9.04" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Sobre esta instalação, não tenho grandes críticas. Já aconteceu um congelamento no sistema e o firefox simplesmente fechou algumas vezes. Isto me incomodaria muito se o boot não fosse tão rápido e tanto o <a href="http://kde.org">KDE</a> quanto o <a href="http://pt-br.www.mozilla.com/pt-BR/firefox/">firefox</a> não salvassem minha sessão. Ou seja, até então só tive boas impressões.</p>
<p>A segunda instalação foi em um desktop. Infelizmente, não me lembro de detalhes do hardware. Só sei que tem um processador intel com 2GB de RAM e placa de vídeo Nvidia. Tudo ocorreu muito bem, igual à instalação no notebook. Como tenho dois monitores, abri o nvidia-settngs e ativei os dois com <a title="X Window System" href="http://en.wikipedia.org/wiki/X_Window_System">X-Servers</a> separados e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xinerama">Xinerama</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://renanivo.com.br/wp-content//imagem2.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-66" title="Snapshot do Kubuntu 9.04 - desktop" src="http://renanivo.com.br/wp-content//imagem2-300x93.png" alt="imagem2" width="300" height="93" /></a></p>
<p>Foi aí que os problemas começaram. Os efeitos na área de trabalho pararam de funcionar, as janelas começaram a deixar um grande rastro quando são arrastadas e, o pior, quando arrasto o mouse de uma tela para outra, o ícone do mouse não some da tela de origem. Ou seja, por causa do defeito do mouse, fico com um ponteiro em cada tela! Não sei se este problema é por causa do KDE, da placa de video ou outro fator qualquer.</p>
<p>A interface do KDE 4.2 é muito inovadora e bem instável. Ele é muito recomendado se você utiliza apenas um monitor e conseguir habilitar todos os efeitos da área de trabalho. Se você usa dois monitores, saiba que esta versão está muito melhor que a anterior, mas precisa melhorar muito. Quem sabe na próxima?</p>
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		<title>Múltiplos blogs no seu servidor com WordPress MU</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 01:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[wpmu]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas estive trabalhando no wordpress, wordpress MU para ser mais específico. WordPress é o popular gerenciador de conteúdo para blogs. WordPress MU é um projeto, de código aberto também, feito para possibilitar o gerenciamento de diversos blogs utilizando wordpress, a partir de apenas uma intalação (com resultado similar ao wordpress.com). Se você não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas estive trabalhando no <a href="http://wordpress.org/">wordpress</a>, <a href="http://mu.wordpress.org/">wordpress MU</a> para ser mais específico. WordPress é o popular gerenciador de conteúdo para blogs. WordPress MU é um projeto, de código aberto também, feito para possibilitar o gerenciamento de diversos blogs utilizando wordpress, a partir de apenas uma intalação (com resultado similar ao <a href="http://wordpress.com/">wordpress.com</a>).</p>
<p>Se você não conhece o MU, faça uma visita ao <a href="http://mu.wordpress.org/">site oficial</a>. Segundo o próprio site, 95-99% do código do projeto é o próprio código do wordpress. Além disso, suporta a maioria dos temas, plugins, traduções e é usado em grandes projetos como os <a href="http://www.lemonde.fr/web/blogs/0,39-0,48-0,0.html">Blogs do Le Monde</a>, o <a href="http://edublogs.org/">Edublogs</a> e até o <a href="http://blig.ig.com.br/">Blig</a> (Hospedagem de blogs do IG).</p>
<p>O desenvolvimento para o MU possui o mesmo nível de dificuldade do WordPress. Isto é, se você já está acostumado a desenvolver plugins ou temas para o wordpress, tem muito pouco o que aprender. Apesar da menor quantidade, o MU possui o mesmo bom padrão de <a href="http://mu.wordpress.org/docs/">documentação</a>.</p>
<p>Colocar o MU pra funcionar não é tão fácil quanto colocar o WordPress. Ele possibilita a instalação criando blogs como subdomínios ou subdiretórios. Se você não tem conhecimento ou acesso às configurações do seu servidor, recomendo que você use os subdiretórios.</p>
<p>Se você ficou com vontade de colocar a mão na massa com o MU, considere duas outras boas fontes de informações a respeito. A primeira delas é o <a href="http://wpmudev.org/">WPMU Dev</a>, que além de temas, plugins e informações, vende suporte, hospedagem e personalização. A segunda é o blog <a href="http://wpmututorials.com/">WPMU Tutorials</a>, que fornece informações sobre plugins, configurações e o estágio de desenvolvimento do projeto. Inclusive, neste último, existe um e-book para te ajudar a fazer a instalação no seu servidor.</p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_ShPLp2soYcE/SYrmVVIw03I/AAAAAAAAA7E/860Hsje6Xg4/s1600-h/logo.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299301165680350066" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 65px; height: 66px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShPLp2soYcE/SYrmVVIw03I/AAAAAAAAA7E/860Hsje6Xg4/s320/logo.gif" border="0" alt="" /></a>Estou desenvolvendo alguns plugins para o MU, se ficarem bons o suficiente para poderem ser usados por outrem, publico aqui no blog. A versão 2.7 acabou de ser lançada. É uma boa oportunidade para experimentar o MU, na minha opinião, este projeto tem futuro.</p>
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		<title>Pare! Você está reinventando a roda</title>
		<link>http://renanivo.com.br/2008/12/pare-voce-esta-reinventando-a-roda/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 12:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Ivo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[cakePHP]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>
		<category><![CDATA[ruby on rails]]></category>
		<category><![CDATA[yui]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos conselhos que eu mais ouço, talvez por ser um o mais difíceis de seguir, é: &#8220;Não reinvente a roda&#8221;. Ou seja, não tente refazer aquilo que já existe e funciona bem. Eu imaginava que já havia superado completamente minhas tendências de reinventar a roda, mas não é tão fácil assim. Nesta última semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Um dos conselhos que eu mais ouço, talvez por ser um o mais difíceis de seguir, é: &#8220;Não reinvente a roda&#8221;. Ou seja, não tente refazer aquilo que já existe e funciona bem. Eu imaginava que já havia superado completamente minhas tendências de reinventar a roda, mas não é tão fácil assim.</p>
<p style="text-align: left;">Nesta última semana estive desenvolvendo um site simples. Como me passaram o layout pronto, só precisava fazer o CSS, separar as imagens, montar o HTML, etc. Não era um layout com uma estrutura convencional (cabeçalho, rodapé e uma ou duas colunas no corpo). Pra minha surpresa, comecei a apanhar um pouco do CSS, o que me deixou um tanto frustrado.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_ShPLp2soYcE/SVi-tXtdm1I/AAAAAAAAA4w/b1jJozLq3Dw/s1600-h/yuilib.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285183849387367250" class="alignleft" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 124px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShPLp2soYcE/SVi-tXtdm1I/AAAAAAAAA4w/b1jJozLq3Dw/s200/yuilib.jpg" border="0" alt="" /></a>Quem já montou algum layout em CSS sabe que ter algumas estruturas básicas já montadas ajuda muito, e era exatamente o que eu precisava. Me lembrei do <a href="http://developer.yahoo.com/yui/">YUI</a> e de um projeto no meu computador que fazia uso dele. Após estudar um pouco o código e a <a href="http://developer.yahoo.com/">Y!DN</a> consegui escrever a folha de estilo utilizando 25% do tempo que havia dedicado até então.</p>
<p style="text-align: left;">Depois desta história, concluo 3 coisas:</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">1 &#8211; Temos sempre que ficar de olho na nossa &#8220;caixa de ferramentas&#8221;</span><br />
Quando eu trabalhava mais frequentemente com CSS, era mais fácil criar estas folhas de estilo. Ainda assim, dificilmente começava uma delas do zero, sempre tinha à disposição referências e ajuda dos colegas de trabalho. Já sabia da existência de YUI antes de começar este projeto, mas ignorei porque pensava que poderia fazer o projeto com as minhas próprias ferramentas.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">2 &#8211; Não tenha medo de testar novas ferramentas (mesmo que seja pra falar que ela não funciona)</span><a style="font-weight: bold;" href="http://2.bp.blogspot.com/_ShPLp2soYcE/SVjETvlB_CI/AAAAAAAAA44/SSXCv_TYGXM/s1600-h/rails_logo.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285190006187621410" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShPLp2soYcE/SVjETvlB_CI/AAAAAAAAA44/SSXCv_TYGXM/s200/rails_logo.jpg" border="0" alt="" width="122" height="155" /></a><br />
Já contei a história de como demorei pra aprender Python <a href="http://renanivo.blogspot.com/2008/12/livros-para-ler-em-2009.html">no post anterior</a>, aquela história demonstra como deixar de conhecer uma ferramenta nova pode ser ruim. A pouco tempo atrás aconteceu a mesma coisa. Comecei a aprender CakePHP porque não queria aprender Ruby on Rails, hoje percebo que isto não faz sentido. Ruby on Rails é um framework que está ficando cada vez mais famoso pela sua produtividade, não faz sentido deixar de experimentar. Se você realmente pensa que Ruby on Rails é somente um hype que vai passar, aprenda e depois fale o que quiser! Não estou falando mal do CakePHP, é um excelente Framework, foi ótimo ter aprendido. A questão é que me interessei por ele pelos motivos errados.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">3 &#8211; Aprenda como as coisas funcionam. Na hora certa.</span><br />
Outro motivo para que as pessoas não utilizarem certas ferramentas e fazerem as suas próprias do zero, é querer aprender como funciona. O mais interessante disso, é que quando você fica tentando fazer a sua própria ferramenta do zero, na maioria das vezes, aprende como as coisas <span style="font-weight: bold;">NÃO</span> funcionam. Se você quiser aprender como as coisas funcionam, comece a utilizar as ferramentas prontas, depois leia documentações, livros, códigos-fonte, blogs e o máximo de material do pessoal que fez. Imagine que eu quero aprender sobre sistemas operacionais modernos e apenas sei programar em C, se eu começar um sistema operacional do zero sem ajuda e sem ler o material que existe sobre o assunto vou fazer um <abbr title="Sistema Operacional">SO</abbr> melhor do que os que existem no mercado?</p>
<p style="text-align: left;">Vou tentar, daqui pra frente, fazer uma rápida pesquisa a respeito das tecnologias que pretendo utilizar, talvez isto faça com que eu reinvente menos. Ainda assim, a maioria das tecnologias que realmente valeram a pena para mim, fiquei sabendo através de referências de outros profissionais. Confie nos seus amigos, desconfie de você mesmo.</p>
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